Ficar muito tempo sentado faz mal
O corpo humano não foi feito para ficar parado
A rotina moderna fez com que passássemos cada vez mais tempo sentados.
Trabalho, estudos, trânsito, televisão e celular fazem parte do nosso dia a dia — e muitas vezes ficamos horas sem nos movimentar.
Mas o problema é que o corpo humano não foi feito para permanecer parado por tanto tempo.
Mesmo quem pratica exercícios pode sofrer impactos negativos quando passa muitas horas sentado ao longo do dia.
Ficar muito tempo sentado faz mal?
Sim.
Passar longos períodos sentado está associado ao aumento do comportamento sedentário, que pode impactar diferentes aspectos da saúde.
Quando ficamos muito tempo parados, o corpo reduz seu nível natural de movimento, o que influencia:
- circulação sanguínea
- gasto energético
- mobilidade
- postura
- disposição física e mental
Além disso, o sedentarismo está relacionado ao aumento do risco de diversas doenças.
O corpo humano foi feito para o movimento
O corpo humano foi desenvolvido para se movimentar.
Caminhar, carregar objetos, mudar de posição e realizar esforços físicos sempre fizeram parte da rotina humana ao longo da história.
Hoje, porém, grande parte das tarefas pode ser realizada sentada.
Esse excesso de inatividade reduz estímulos importantes para o organismo.
Inclusive, pequenas atitudes ao longo do dia já podem ajudar bastante.
Veja também nosso conteúdo sobre como sair do sedentarismo com pequenas mudanças diárias.
O que acontece quando passamos muitas horas sentados?
Ficar sentado por muito tempo pode gerar diferentes impactos no corpo.
Entre os principais estão:
- sensação de cansaço
- rigidez muscular
- dores posturais
- redução da mobilidade
- menor gasto calórico diário
Além dos impactos físicos, muitas pessoas também relatam redução da disposição e sensação de fadiga mental.
Fazer exercícios já resolve o problema?
A prática de atividade física ajuda muito e traz inúmeros benefícios para a saúde.
Porém, passar muitas horas sentado ainda pode ser prejudicial, mesmo para pessoas que treinam regularmente.
Ou seja:
👉 praticar exercícios é importante
👉 reduzir o tempo sedentário também é importante
Esses dois fatores funcionam juntos.
Inclusive, você pode entender melhor isso em nosso artigo sobre quanto tempo de atividade física precisamos por dia.
Pequenas pausas fazem diferença
A boa notícia é que pequenas pausas ao longo do dia já ajudam o corpo.
Algumas atitudes simples incluem:
- levantar a cada 1 hora
- caminhar por alguns minutos
- fazer alongamentos leves
- subir escadas
- mudar de posição com frequência
Essas pequenas ações ajudam a aumentar o nível de movimento diário.
Como reduzir o tempo sedentário na rotina
Nem sempre é possível evitar longos períodos sentado, especialmente no trabalho.
Mas algumas estratégias podem ajudar:
- fazer pausas rápidas
- caminhar durante ligações
- estacionar mais longe
- usar mais escadas
- realizar pequenas caminhadas ao longo do dia
Inclusive, caminhar regularmente pode ser uma ótima estratégia.
Veja também nosso conteúdo sobre caminhada todos os dias faz bem.
A importância da orientação profissional
Antes de iniciar uma rotina de exercícios ou mudanças mais intensas na prática de atividade física, é importante considerar a orientação de um profissional da área de Educação Física.
Cada pessoa possui características e necessidades individuais.
Um profissional qualificado pode ajudar a orientar exercícios, intensidade e frequência de forma mais segura e adequada.
Movimento faz parte da saúde
O corpo humano precisa de movimento.
Não é necessário começar com mudanças radicais.
Pequenas atitudes ao longo do dia já representam um passo importante para reduzir o sedentarismo e melhorar a qualidade de vida.
O mais importante é começar.
E manter a constância.
Nosso convite
No Dia Ativo, acreditamos que o movimento deve fazer parte do nosso cotidiano.
Não precisa ser perfeito.
Não precisa ser complicado.
O importante é se movimentar mais hoje do que ontem.
Vamos tornar nosso dia mais ativo hoje?
Aviso importante
As informações deste artigo têm caráter educativo e não substituem a orientação de um profissional de saúde ou de Educação Física. Sempre que possível, procure um profissional qualificado para orientações personalizadas.




Comentários
Postar um comentário